Quando o velho barbudinho com triângulo na cabeça criou o mundo em seis dias, deixou algumas regras implícitas e que a humanidade só tomaria conhecimento delas muito tempo depois, quando a hora certa chegasse.
Revelada já há uns mais de vinte anos, uma dessas regras diz que as mulheres do hemisfério norte do planeta teriam mais carne na porção norte do corpo, e que com as do sul se daria o contrário. Ou seja: as norte-americanas e européias teriam peitos grandes, e as brasileiras e africanas teriam a bunda grande (as asiáticas não teriam coisíssima nenhuma, só os olhos puxados. Belo prêmio de consolação…).
Mas esta regra, talvez por obra do demo, do cramunhão, vez ou outra é quebrada. E quebrada de com força. É o caso de Kim Kardashian.
Kim é americana, tem 27 anos e é amiguinha da Paris Hilton, aquela tabuinha vertical de passar roupa. Assim como a herdeira dos hotéis Hilton, Kim nunca fez nada, nasceu rica e despontou para os “olhofotes” do mundo ao protagonizar uma sexytape com um rapper. Hoje pega uns bicos como
atriz e tem um reality show próprio com a família. Como se pode ver, a moça alia uma dose substanciosa de beleza exótica com peitos e bunda consideráveis. Muito consideráveis.
Outra regra criada pelo barbudo do triângulo foi que cada país teria a celebridade-fútil que merecesse. Assim, os EEUU contam com Hilton, Kim e as
mulheres do Hugh Hefner (o dono da Playboy, criatura). A Itália divide com a França a inutilmente bela
Carla Bruni. E nós engolimos bundas novas todos os anos, com algumas Marimoons no meio. Bem, com Kim Kardashian os EUA tão ganhando a corrida da melhor celebridade-fútil: se elas só servem para olhar, eu prefiro olhar a
KK do que nossa
MM (e olha que estão ambas sem maquiagem, photoshop ou congêneres!)…
Adendo: Quer mais Kardashian? Segura aí o link direto para o hotsite do “Gostosa Uptade” do Judão exclusiva da Kim.