Arquivo para Fevereiro, 2008

Eu não gosto

Postado em Reflexões em 28 Fevereiro, 2008 por Lucas Ed.

Eu não gosto de caminhões na rua.
Além deles parecerem que vão esmagar o meu carro, fazerem todo o trânsito lerdar, eles ainda são o claro sinal de estupidez dos transportes terrestres brasileiros, que mandam tudo, tudo, tudo via caminhões. Ferrando as estradas num processo absurda e desumanamente caro. Num país inteligentemente administrado, há estradas de ferro suficientes para baratear o processo logístico desde o ponto mais imediato (combustível) até o menos imediato (reparo de cobertura asfáltica).

Eu tenho um sentimento ambíguo para com farmácias mega-store.
Se por um lado elas são praticamente o futuro em matéria de aquisição de preservativos, por exemplo (você vai lá no mostruário, pega, paga e sai – ainda que hoje isso nem faça mais diferença pra mim), por outro lado elas são o fim das farmácias tradicionais. Hoje, caminhando, dei-me conta disso ao ver um farmacêutico do tempo da minha avó em sua farmácia. É uma farmacinha pequena, mas lá tomei muita injeção, fui fazer muito curativo, e sempre nas mãos daquele mesmo farmacêutico.
As mega-stores não tem espírito. Tem faturamento e praticidade, mas nenhuma alma. Eu nem sei se gosto sempre disso…

Seriam os deuses astronautas? Subsídios para um novo blog

Postado em Sem-categoria com as tags , em 25 Fevereiro, 2008 por Lucas Ed.

Efetivamente, trata-se apenas de um teste para saber como é usar o WordPress. Não sei se ficarei por aqui, já que tenho grande apego ao blogspot, que me salvou da roubada de quando o Moveable Type encerrou sua hospedagem gratuita. Mas já vi algo que não gostei: não há botãozinho que se clique para o post sair justificado.

Pode não parecer, mas isso é simplesmente péssimo.

Ah, como era grande!

Postado em Careca em 21 Fevereiro, 2008 por Lucas Ed.
Acho que agora é oficial: adiós, cabellos!
A queda já estava tão forte que a Raquel chegou a ver o símbolo do Poderoso Porco no descampado!
Aí que eu acho ser melhor dez anos a mil do que mil anos a dez. Entre ficar com aquela peladeira, a melhor opção foi raspar tudo.

Só preciso me convencer desse “a melhor opção”…

Como quando e onde você vai morrer?

Postado em Bem vindo ao mundo do bizarro Alex, Testes em 21 Fevereiro, 2008 por Lucas Ed.
Testezinho feito aqui.
E surrupiado do blog do Felipe Gomes.

Se fudê! Eu vou morrer com 80 anos? E de pobrema do coração? Putzgrila que mierda!

30-60-90

Postado em Tristeza em 20 Fevereiro, 2008 por Lucas Ed.

Eu declaro o dia, a semana, o mês, quiçá os próximos cinco anos e cinco meses oficialmente…

… Perdidos.

Que o mau-humor corroa as entranhas dos seres humanos como ácido sulfúrico.

E tenho dito.

Nota: Ilustração by Fernandes.

CONCURSO: Quer ganhar uma figura da DC Direct? Indicação

Postado em Resenha em 19 Fevereiro, 2008 por Lucas Ed.

Lembram os senhores (e senhoras) que por aqui passam, que há alguns tempos eu participei, com uma resenha do meu querido Cobra Commander, de um concurso para tentar ganhar um boneq…. action figure do Homem Borracha. O número de participantes não colaborou, e o prêmio acabou sendo um Parasita. Vencida a resistência inicial, até achei bom ser ele o prêmio (já que o Parasita da Linha DC Super Heroes da Mattel, série “mais realista” que de fato coleciono, ficou feio de doer) e fiquei na torcida, na mendicância de votos.
Inclusive, agradeço muito a todos que perderam tempo indo no Pastel de Vento votar em mim. Muito obrigado mesmo. Mas a verdade foi que, como já havia comentado aqui no Chickeiro, o lance da votação direta não foi a melhor opção e, vendo o Fritador de Pastel esse fato a tempo, mudou a regra na esperança de agradar a gregos e baianos: além do voto direto, também seria premiado com um Parasita aquele review que recebesse mais votos dos participantes do concurso. Como tal, é hora de cumprir com minha parte.

A melhor (ou pior) idéia criativa é aquela que, quando você olha, pensa assim: “Poutz! Por que não pensei nisso antes?”. Foi essa constatação que ajudou-me a vencer a imensa tentação de votar em mim mesmo: a certeza de que eu posso ter sido muito, muito competente na minha resenha, mas criativo foi o James Figueiredo.
Assim, de forma que não fique ambíguo, meu voto de review mais criativo do primeiro concurso do Pastel de Vento vai para o James, do Pirâmide Sketchblog, com o review da figura Galadriel Entranced. E justifico meu voto pela grande criatividade do review em questão, que conseguiu aliar simplicidade e estilo na análise de uma figura nem tão conhecida assim. Parabéns e boa sorte pro James!

Mais uma vez, obrigado a todos que colaboraram! Vejo vocês no próximo concurso!

Num deu…

Mas a vida… esta sim é uma caixinha de surpresas…

Postado em Bem vindo ao mundo do bizarro Alex, curiosidades, mudanças em 18 Fevereiro, 2008 por Lucas Ed.
Pois então.
Estava eu de passagem pelo Judão quando me deparei com a sessão “Links de fim-de-semana”. Pra quem não é frequentador do site, trata-se de uma postagem que rola no site nos fins-de-semana (jura?) onde os caras deixam toneladas de links para que você visite. Um deles então chamou-me bastante atenção. O título? “Jéssica Esteves: Lembra dela? /Gostosa UPDATE”. Vou te confessar que, assim, de nome, eu nem fazia idéia de quem fosse. Entretanto, dada uma outra palavra no título (acho que foi “gostosa”. Agora não me lembro mais) cliquei, como que por mágica, me lembrei de tudo. Pra você não ter este trabalho, o Tio Suíno aqui quebra o galho e faz uma contextualização:

Jéssica Esteves era metade da segunda dupla (de dois) mais temível do Brasil: “Cauê e Jéssica”, apresentadores do não menos medonho “Bom dia & Cia”, da rede do Tio Sílvio.
Juntando a capacidade interpretativa de ambos, a naturalidade frente as câmeras e a voz esganiçada da ruiva, era constrangedor ter de agüentar os dois antes de X-Men Evolution (não, eu não copiei o Borbs. Eu também fazia isso).
Além da menina ter uns 12 anos quando eu já estava no vintão, ela não era lá grandes coisas não, e a voz me impedia de ver (sacou? Voz, ver…) qualquer potencial de desenvolvimento nela.
Maaaas… O tempo passa, o tempo voa e nem a poupança Bamerindus continua na mesma. O fato é que acharam o Orkut da mocinha e hoje, com 16 anos, é franca a digievolução pela qual ela passou. Literalmente, melhorou a olhos vistos:
Como eu não sou (e não quero ser acusado de ser) pedofilista, deixo aqui apenas uma foto mais comportada da mocinha. No Orkut dela (que eu NÃO vou linkar. Vai que começa a pipocar babão lá e eu perco mais uma modelo para os malditos cadeadinhos. No way. Egoísmo rulz – Mas nem é difícil conseguir o link não, mané) tem coisa muito mais interessante, altas fotos de biquini.

Damien! Dezesseis anos! Será que daqui a quatro ou cinco ela desbarranca como a Britney Spirros?

A número 1

Postado em Bem vindo ao mundo do bizarro Alex em 16 Fevereiro, 2008 por Lucas Ed.
Coisa que me pego pensando muito é sobre dinheiro. Não sei se isso é normal em todas as pessoas, mas eu penso bastante nesses papéis e metaizinhos (mais nos papéis). Sobretudo agora, com a batida do Madruguinha e a salgadíssima conta do conserto. Na verdade, de uns tempos para cá tem me incomodado de sobremaneira o meu descontrole com dinheiro, imensa incapacidade de economizá-lo e gastar com racionalidade. Ontem então, voltando a pé da casa da Raquel, lembrei do Tio Patinhas. Sim, Scrooge McDuck, o pato mais rico de Patópolis e sua famigerada (e desejada) Moedinha Nº1.
A história creio que todo mundo conhece. Vindo de uma infância humilde, Patinhas economizou cada tostão que conseguiu, à partir de uma única moedinha, que guarda consigo até hoje, como medalhão da sorte (a Maga Patalógica, inclusive, vive tentando roubar esta moeda justamente por seus poderes sobrenaturais). Vale dizer que Scrooge McDuck (o Tio Patinhas) foi inspirado em Ebenezer Scrooge, o rico sovina de “Um conto de Natal”, de Charles Dickens.

Mas o que eu fico pensando é que, na verdade, ou o Tio Patinhas é um criminoso enganador, ou um modelo de administrador financeiro pra lá de ultrapassado, e que sua moedinha #1 não é nada, não serve de nada e não tem poder algum.
Porque, o que quero saber é: qual o papel ocupado pela moedinha número 1 na fortuna do velho Patinhas? Nenhuma! Se ela está lá até hoje, numa almofada e sob uma redoma de vidro, é sinal de que nunca foi usada. O Patinhas a ganhou ainda na Escócia, trabalhando como engraxate. Ganhou e socou no cofre. Ela nunca foi investida, nunca se multiplicou em mais dinheiro. Naquela parábola bíblica dos talentos (começa no versículo 14), o empregado que não investe a moeda dada pelo patrão é punido.
Na verdade, o Patinhas McPato, sujeito cuja mentalidade foi formada nos primeiros anos do séc. XX, é um administrador bastante ultrapassado, cujo modo de enriquecimento se baseia apenas na acumulação de bens. Ele é como nossos avós, que guardavam dinheiro embaixo do colchão. A sorte do Patinhas é que o dólar não muda. É a mesma moeda desde que o EEUU se entendem (?) por gente. Se o velho pato sovina fosse brasileiro, estava financeiramente perdido, mas pelo menos seria mais lógico conservar a moeda como troféu!
No Brasil, Patinhas só teria sucesso financeiro com esse método se sua moedinha viesse acompanhada de muitas, muitas outras.

E o Roberto Justus, que adora empreendedores, jamais seria sócio dele…

Por curiosidade, um trecho da Wikipédia, do verbete sobre nosso amado Patinhas McPato:

Barks faz uma defesa aberta do capitalismo e a denúncia de todo sistema político que “tenta fazer a todos exatamente iguais”, que é a filosofia marxista da igualdade em todas as coisas. A igualdade sob a lei é boa, mas a igualdade real na riqueza ou na natureza simplesmente não funciona. Patinhas ao mesmo tempo é moralmente justo e explora as pessoas (tais como seu sobrinho Donald, a 30 centavos por hora) para acumular sua fortuna. Patinhas McPatinhas é um capitalista nobre, da forma como Barks o concebeu. Outros quadrinistas geralmente não capturam os nuances da moralidade e da ética de Patinhas.

Importante dizer, para aqueles que não sabem, que esse Barks citado é Carl Barks, criador e mais importante artista na história do velho Patinhas…

Às vezes eu me pego pensando…

Postado em Reflexões em 13 Fevereiro, 2008 por Lucas Ed.
… em Narcisa Tamborindeguy.
Sim.

Porque todo mundo aqui é alguma coisa, de estilista a presidente. Ela é o quê?

Clamor no Deserto

Postado em Neuroticismo, Tragédia em 12 Fevereiro, 2008 por Lucas Ed.