Sabe, eu queria ir dormir um dia e acordar desenhando que nem o Laerte.
Ou, de repente, como o Márcio Takara.
Quem sabe o Bruce Timm, pra sair dos nacionais?
Mas, no presente instante, valia mesmo só a determinação do André Dahmer e já tava beleuza…
Sabe, eu queria ir dormir um dia e acordar desenhando que nem o Laerte.
Ou, de repente, como o Márcio Takara.
Quem sabe o Bruce Timm, pra sair dos nacionais?
Mas, no presente instante, valia mesmo só a determinação do André Dahmer e já tava beleuza…
Ontem, de passagem pela banca de jornais da entrada da faculdade, vi algumas revistas Chiclete com Banana à venda.
Coisa fina e antiga, lá da longínqua década de 80.
Como o preço era bacana, comprei logo quatro edições que eu nunca tinha lido.
E daí, que no meio daquela pornografia gratuita e escatológica toda, me deu vontade de peitar um fanzine, bem naquele estilo.
Pensei até num nome bacana, “Sexo verbal”.
Mas aí vem a parte de desenhar…
Uch…
Pra gaveta!
Hoje criei vergonha e dei uma atualizada nos links aí do lado esquerdo.
Retirei dois que estavam desatualizados e inseri outros três, de um site, um fotolog e um blog que eu tenho visitado quase que diariamente.
Taí, só aproveitar.
Pois aí.
Foi aquele rebú do cão, e foi briga atrás de briga, e teve choro e ranger de dentes*.
Mas daí que a coisa se resolveu da melhor forma possível, e eu tô feliz.
Ah não ser com o fato do fim eminente das minhas férias de trabalhador assalariado… Uch!
*Mais uma citação bíblica que eu não sei donde saiu.
Tudo o que eu estou passando, as angústias, as dúvidas, as dificuldades, tudo isso só prova que eu nunca soube/precisei tomar decisões de verdade…
Desde de muito tempo, eu finquei na minha mente uma frase:
“Toda decisão implica numa perda”
E ela vem sendo usada, como curinga, sempre que a situação exige.
Como quando saber qual estampa do Orlando Pedroso eu deveria usar pra fazer uma camiseta.
Ou qual DVD comprar, se um do Tom Hanks ou um do Johnny Deep.
Ou se adquiro o box dos vilões (Luthor, Kobra e Mestre dos Espelhos) ou o dos Ajáx.
Mas agora a coisa nem é tão simples.
Porque a decisão, desta vez, é pra vida toda.
Nos casos acima, basta que eu juntasse mais dinheiro e comprasse, depois, aqueles que eu não comprei.
Mas, desta vez a decisão mudará todo o futuro, e eu sei que não virá ninguém de uma realidade alternativa, de um futuro alternativo, consertar as coisas que derem errado por causa dessa decisão.
Ou seja: o que eu perder, estará perdido forever.
… e eu sangro, meu amigo.
Menos do que eu penso que deveria,
mas, em fato, sangrar é sempre sangrar.
Nota Suína: * Título de uma comunidade que eu participo no Yakult.
eu, brasileiro do sexo masculino, de idade entre 20 e 30 anos, semi-preto, em relacionamento estável, nerd, colecionador de quadrinhos, bonecos e DVD’s, estudante universitário, quadrinhista amador, funcionário público, gostaria de, por meio deste blog, solicitar ao senhor que apareça na televisão, no celular, no Livre, no e-mail ou em qualquer lugar que lhe aprouver para “trocarmos idéias” sobre a falta de sentido e dúvida que imperam sobre a minha vida no presente instante. Sem mais para o momento, agradeço a onipresente atenção.
Vira e mexe a gente descobre que falta alguma coisa na vida.
É como se fosse uma meia sacanagem de Deus, com o único e óbvio objetivo de fazer a gente tirar os traseiros das cadeiras e correr atrás.
Normalmente, essas faltas motivadoras são de amigos, de um amor, de alegria, de diversão.
Mas e quando falta sentido? Lógica?
Aí, meu brôu, do alto dessa minha cadeirinha e dos meus All-Stars de bandeira, te digo:
Aí fudeu.