Entretanto, quando uma bomba estoura (e o faz, em grande parte, por negligência dele mesmo) na minha mão, e a atitude que tomo, longe de estar certa, faz um estardalhaço da porra, ele tem o despeito de me ligar com críticas. Às sete da manhã, dois dias depois.
E aí, “resolvida” a questão da bomba e da crítica prepotente, ele simplesmente liga para pedir favor. Favor este que eu, de fato, não podia fazer. Frente a minha negativa, ele fica bravo, dá má e seca resposta e volta a existir simplesmente no âmbito dos estúpidos power points encaminhados…
Portanto, eu acho que não exagero quando digo que o fator desencadeador dessa porra de crise toda tem nome e sobrenome: Homer Simpson*.
*Os nomes dos envolvidos foram alterados para preservar-lhes a privacidade.
