… Bem bizarro, se querem saber. Eu estava ao portão de casa. Portão este que não era o da minha casa real e, na realidade, nem é de uma casa. Mas no sonho era o portão de onde eu morava.
Aparentemente (as coisas estão um pouquinho nebulosas), eu esperava alguns amigos pra brincarmos de atirar, com armas carregadas de algo inofensivo, uns no outros.
Eu estava sentado ao portão de casa, com o meu dylandog ao lado.
De repente passou um carro, com um monte de malacos dentro, e eles mexeram comigo. Eu retruquei. Eles re-retrucaram, mostraram dedos.
Eu mostrei o dylandog.
Eles disseram algo sobre ser apenas mais uma arma com munição inofensiva, e começaram a atirar em mim com submetralhadoras!
Entre eu e eles havia um carro estacionado, e eu me abaixei atrás dele. Alguém na rua gritou perguntando porque eu não atirava de volta.
O carro dos pilantras já se afastava quando eu atirei contra eles, ainda abaixado, por baixo do carro estacionado.
Adivinha?
Os vagabundos voltaram, atirando mais do que antes, e eu fui obrigado a, no melhor estilo filme de ação, saltar pra trás do portão de casa (que era daqueles grandes de metal ondulado). O portão começou a se deformar onde era atingido.
Se eu não me engano, cheguei a tomar um tiro no ombro, dum dos que vararam a “proteção” oferecida pelo portão.
Então, sem mais nem menos, mudou o filme que passava na minha cabeça.